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Quando falamos em desenvolvimento humano, logo pensamos em mudança e algo novo em nossas vidas. Mudar não siginifica nada mais do que ter consciência de conhecer e reconhecer o que temos e reunir coragem para ir e fazer o que se pretende como novo.

Numa área de atendimento e relacionamento como a Quantum Prime, de onde escrevo e os saúdo, a oportunidade de conhecer e testemunhar a importância do Assessment, avaliação estruturada das coisas, processos e pessoas, é riquíssima, e inauguro a coluna “gente que aprovou” e que continua aprovando e nos provando a cada dia  com o Método Quantum em especial- feliz e honrada. Escolhemos cases para mostrar que aqui se viabilizam oportunidades de autoconhecimento, desenvolvimento humano e, acima de tudo, mudança no interior das pessoas e das organizações. 

O Método Quantum é uma pesquisa científica que mapeia as características comportamentais e pode facilitar o dia a dia das empresas.

Em contratações, demissões e outras situações nas quais é necessária uma avaliação mais profunda, o método pode ser aplicado para conhecer melhor os funcionários e até para promover o autoconhecimento em pessoas que estejam interessadas no assunto.

Apaixonados têm dificuldade em lidar com as histórias antigas de seus parceiros e gostariam de apagar experiências anteriores

Por Cáren Nakashima e Livia Valim

Aceitar que o parceiro já viveu outras experiências sexuais e amorosas pode ser difícil para os apaixonados. Acostumado com as queixas de seus pacientes, o psiquiatra Eduardo Ferreira-Santos, autor do livro “Ciúme - O Lado Amargo do Amor” (Editora Ágora), dá nome e sobrenome para o ciúme do passado: síndrome do carro zero. E ele explica: “Faz parte da nossa cultura latina esse desejo de ser o primeiro”, diz. Mas diferente do automóvel novinho, um amor pode vir com muitos quilômetros rodados.

Professores defendem que ensino de letra de mão, banida em Indiana (EUA), ajuda a assimilar significados e desenvolver personalidade

Por Marina Morena Costa

“Que letra feia!” Os recados dos professores para que alunos escrevam com letra legível estão com os dias contatos no Estado norte-americano de Indiana. O governo tornou opcional o ensino da letra cursiva (de mão), que deverá ser banido definitivamente nos próximos anos e em outros 40 Estados, que integram uma iniciativa de padrão comum de currículo escolar. Para educadores brasileiros, a mudança não deve ocorrer por aqui, pois, diferentemente dos EUA, computadores e tablets estão longe de substituir totalmente caneta e papel.

Segundo presidente da APPAL, Associação de Psicologia Positiva da América Latina , a psicóloga Daniela Levy, “empresas valorizam a ambição e buscam pessoas motivadas, com iniciativa e que correm atrás de suas metas.”

Uma característica comum a todos os perfis comportamentais é a iniciativa. Ela é mais explícita no aspecto alto do fator A, mas, evidentemente, também constitui o baixo A. Trata-se de um item endeusado: “fulano tem muita iniciativa” ou “precisamos de pessoas com iniciativa”, e assim por diante. De fato, as iniciativas são necessárias e imprescindíveis, mas nem todas têm final feliz. É curioso lembrar que na sociedade as iniciativas surgem abundantemente, já que há uma multidão preocupada com o estado presente e é comum ouvir “temos que fazer alguma coisa”. Geralmente, essa necessidade de ação se aplica à nossa crônica e endêmica pobreza tupiniquim, e embora muitos vociferem “nunca antes na história desse país...” e criem bolsa isso e bolsa aquilo, o povo continua correndo atrás do prejuízo. Como tentativa de minimizar os problemas, surgem as iniciativas sociais na forma de planos, projetos,  ONGs, etc. Mas apesar de muitas propostas serem de fato imbuídas de seriedade, naufragam.

Ser um profissional autônomo tem suas vantagens, como não ter de se reportar a chefias e fazer o próprio horário de trabalho.

Mas essa opção, tão comum entre médicos, advogados, dentistas, arquitetos e contadores, não é adequada para qualquer pessoa.

A primeira vez que eu ouvi o nome Donald Trump foi em 2001, quando estava no terceiro período de Administração de Empresas, na aula de Planejamento estratégico, durante a qual o professor elucidou alguns feitos por Trump.

Há 20, 30 anos atrás, as pessoas propagavam a ideia de que empresas familiares fechavam as portas antes da terceira geração. Essa ideia intrigou o americano John L. Ward, especialista em gestão de empresas familiares e autor do livro “A empresa familiar como paradoxo”, lançado recentemente no Brasil pela Editora Bookman.

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