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Apaixonados têm dificuldade em lidar com as histórias antigas de seus parceiros e gostariam de apagar experiências anteriores

Por Cáren Nakashima e Livia Valim

Aceitar que o parceiro já viveu outras experiências sexuais e amorosas pode ser difícil para os apaixonados. Acostumado com as queixas de seus pacientes, o psiquiatra Eduardo Ferreira-Santos, autor do livro “Ciúme - O Lado Amargo do Amor” (Editora Ágora), dá nome e sobrenome para o ciúme do passado: síndrome do carro zero. E ele explica: “Faz parte da nossa cultura latina esse desejo de ser o primeiro”, diz. Mas diferente do automóvel novinho, um amor pode vir com muitos quilômetros rodados.

Professores defendem que ensino de letra de mão, banida em Indiana (EUA), ajuda a assimilar significados e desenvolver personalidade

Por Marina Morena Costa

“Que letra feia!” Os recados dos professores para que alunos escrevam com letra legível estão com os dias contatos no Estado norte-americano de Indiana. O governo tornou opcional o ensino da letra cursiva (de mão), que deverá ser banido definitivamente nos próximos anos e em outros 40 Estados, que integram uma iniciativa de padrão comum de currículo escolar. Para educadores brasileiros, a mudança não deve ocorrer por aqui, pois, diferentemente dos EUA, computadores e tablets estão longe de substituir totalmente caneta e papel.

Em certos momentos, se alguém perguntar como você está rapidamente, a resposta será "estou bem". Porém, internamente, uma voz afirmará que não está tudo ótimo, que falta algo para isso, mas que realmente não tem clareza sobre o que precisa ou se isso é importante.

O homem tem bicho de estimação desde que vivia nas cavernas. O cachorro, por exemplo, aparece nas mais antigas pinturas rupestres. Hoje, porém, os animais domésticos alcançaram status de membro da família. Existe um mercado voltado para eles, quase como se fossem crianças. "Nós, certamente, estamos vivendo uma época de enorme atenção em relação aos animais", afirma o professor doutor César Ades, do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo.

Os jeitos de amar

Publicado em Amor

Gary Chapman escreveu um livro muito bom sobre linguagens do amor. Ele defende que as pessoas demonstram amor de maneiras bastante diferentes uma das outras, e que muitas vezes não conseguimos perceber o amor do outro por não entender essa linguagem, por esperar que a demonstração seja à nossa forma. Entretanto, quando entendemos qual é o nosso jeito de amar, deixamos claro para nós mesmos e para os outros, se preciso, qual é a nossa necessidade e expectativa. Bem como podemos identificar qual a linguagem dos que estão a nossa volta e assim passar a interpretar seus atos. Desta forma, o que antes não víamos podemos passar a enxergar.

Atualmente, muito se tem falado na necessidade de humanizar as organizações e a sociedade de modo geral. Humanizar quer dizer: elevar à altura do homem. Relativo ao homem: o corpo humano, a espécie humana. Sensível à piedade, compassivo: mostrar-se humano com seus semelhantes.

Com base em sua própria história e em depoimentos colhidos entre mais de 1.500 casais em todo o mundo, a escritora Carin Rubenstein explora em Livre-se da síndrome da superesposa (Editora Gente), o comportamento de mulheres que atuam como a “gerente doméstica”, atraindo para si todas as funções e responsabilidades da casa e, tanto os filhos como o marido passam a ser meros coadjuvantes.

A história de São Valentin começa com a luta contra asordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante asguerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes. Além de continuar celebrando casamentos, ele se casousecretamente, apesar da proibição do imperador.

Já pensou por que você fica pegajosa quando começa a namorar? Ou por que seus relacionamentos não duram muito? O livro "Attached", de Amir Levene e Rachel Heller, que será lançado na Inglaterra em junho, tem algumas respostas. Segundo o livro, a maneira como agimos nos relacionamentos é predeterminada por quem somos: ansiosos, seguros ou esquivos e, a partir disso, poderíamos encontrar o par perfeito e fazer um relacionamento dar certo. Será?

Nós estamos nos movendo para longe da estrutura social dos anos 50 a cada ano: pela primeira vez, os casados representam menos da metade dos lares americanos. Os dados divulgados afirmam que os casais casados eram apenas 48% dos lares dos EUA em 2010.

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